Clandestino: fazendo história na cidade histórica

Lawrence Andreis

Sempre foi um curioso sobre os hábitos alimentares das sociedades. Em 2008, mudou-se para Barcelona, onde estudou Publicidade no IED. De volta ao Brasil, decidiu dedicar-se a um velho sonho: tornar-se Chef de Cozinha. Após estudar Gastronomia por 2 anos e trabalhar em 6 restaurantes, abriu sua própria empresa de "Catering".

 

Em Paraty/RJ, uma das cidades mais turísticas do Brasil, o Clandestino está mudando o conceito de food truck que as pessoas tinham.

Apesar de ser um mercado bem estabelecido em muitos países, no Brasil os “Food Trucks” ainda não são uma realidade. Há falta de leis, incentivos e fiscalização. Os que já estão na rua, normalmente estão vendendo a comida mais barata possível, mas isso está mudando. Com o crescente número de carrinhos começando a vender uma comida mais elaborada, as autoridades tiveram que agir. Esses pioneiros estão fazendo história. Em Paraty/RJ, uma das cidades mais turísticas do Brasil, o Clandestino está mudando o conceito de food truck que as pessoas tinham.

Chris e Thais, os donos, trabalhavam em restaurantes em Seattle/EUA. Cansados do sistema antiquado da cozinha, mas com muito amor pela comida, o carrinho era a escolha perfeita. Vieram para o Brasil para mostrar que a comida de rua pode ser muito mais do que cachorro quente.

Eles não queriam apenas mais um food truck, eles construíram um lugar onde é possível reunir os amigos, escutar uma boa música, ver filmes e comer o melhor hamburguer, tudo isso bebendo um chope artesanal.

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Eu nunca tinha trabalhado na rua antes e, apesar de todas as dificuldades, eu preciso admitir que gostei muito mais do que trabalhar em um restaurante. No “truck”, você exerce todas as funções. Compra, prepara, cozinha e vende. É como se você fosse o dono do restaurante, o gerente, o garçom e o cozinheiro ao mesmo tempo. Todo esse trabalho é recompensado quando as pessoas, além de elogiarem sua comida, valorizam todo o seu esforço para proporcionar aquela experiência na rua.

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Todo mundo está ali, assistindo. Não existem paredes, portas, gerente ou garçom. Você acaba conversando e conhecendo todo mundo que pede um hamburguer. Essa é uma sensação única, uma relação muito diferente com o consumidor, que apenas o carrinho pode te proporcionar.

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Todo o menu é artesanal, orgânico e delicioso. Os hamburguers são de outro mundo. O favorito dos clientes é o “Seattle”: 150g de fraldinha, gorgonzola, rúcula e geleia de bacon, meu ingrediente predileto.

No truck, você ainda pode comprar todas as geleias e molhos feitos por eles. O barbecue com cachaça é sensacional.

De quinta a sábado, das 18 até o último cliente, o Clandestino fica estacionado no Areal do Pontal, em Paraty. Não Perca!

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